Desafio Ex Machina

EP2 – Micro Universo

itunes android baixar

E aí pessoal, tudo bem? E se a nossa história contasse o que acontece entre pessoas presas e torturadas em Guantánamo? E se o nosso mercado negro de memórias se passasse durante o carnavam na Bahia, nos labirintos do Pelourinho? E se o local físico deste mercado negro, onde as memórias são vendidas e compradas, fossem em sociedades secretas escondidas em museus?

Neste segundoepisódio do “Desafio Ex Machina” AJ Oliveira e Jana Bianchi contam com a presença de Clara Madrigano (Escritora e criadora da Dame Blanche) e Andre Zanki Cordenosi (LeChevalier e Guanabara Real)

Compartilhar

512
Micro Universo Desafio Ex Machina

Compartilhar

Apresentado por

Convidados

Participe!

Desafio Ex Machina é proporcionado através do Financiamento Coletivo do Os 12 Trabalhos do Escritor. Apoie para garantir a continuidade do projeto.

Comments (5)

  1. Paragrafo Resumo:

    Correm boatos de que memórias podem ser vendidas por valores nada módicos em um mercado alternativo temático que funciona nos bastidores de museus de grandes cidades. Os clientes seriam pessoas ricas e influentes que só tomariam conhecimento deste mercado convidadas por pessoas de confiança. Até onde se sabe, uma memória comprada não pode ser revendida, e ninguém conhece ao certo o procedimento utilizado para realizar as transferências. Dizem que, mesmo entre os usuários do sistema, há um tipo de comércio que é eticamente questionável: a compra de memórias para satisfação do desejo de vivenciar experiências “pouco ortodoxas” como assassinato e estupro. Ainda assim, uma memória só pode ser vendida ou comprada com consentimento do cliente.

  2. Adorei o AJ falando “sua meia hora alucinógena” e ri muito da foto do River como um dos convidados kkkkkkkk

    A ideia de personagem da Jana me deixou bem impressionado com a carga de drama… Aquela ideia de uma mulher que compra as memórias de ser mãe e vão juntas as memórias da morte do filho, isso ficou cravado na minha mente, não precisava nem estar no pacote a morte do filho imagina só ela sair do museu feliz relembrando do filho bebê, as brincadeiras, a primeira palavra, as artes que ele fez, as broncas, todas as lembranças de ele crescendo… sensações, cheiro, voz… aí quando ela chega em casa e não há ninguém… vazio… fiquei com vontade de ler essa história, saber se ela consegue lidar com isso tudo, se vai surtar e procurar o filho das lembranças, e qual foi o contexto que levou a mãe “original” a vender as memórias que tinha do filho.

    Enfim, isso é só loucura minha. Deixa ir ao “e se…”.

    E se uma pessoa que trabalhou uma vida inteira a juntar dinheiro para realizar o seu maior sonho nem que seja por meio de uma memória comprada, descobre que o dinheiro em mãos não é o bastante e que precisa conseguir em contrapartida outra memória (não necessariamente sua)?

    Abraços. o/ Desculpa o comentário gigante.

  3. Adorei o programa. Dessa vez vou manter a minha ideia do programa passado, mas vou fazer o “e se” do jeito certo agora, kk
    Então:

    E se o personagem for um homem branco da alta sociedade que não tem sofrimento o suficiente para ser um poeta, ou um rapper, no caso? Ele é bem o padrãozão classe alta, com certo conhecimento sobre esse mercado negro por causa dos seus contatos.

    Espero ter acertado nessa, haha.

  4. Tenho outra ideia.

    E se o protagonista for um idoso torturado no Hospital Colônia, o maior manicômio do Brasil em Barbacena, Minas Gerais, que matou mais de 60 mil pacientes? Ele pode ter sido um dos sobreviventes que viu e viveu as sessões de tortura, além de ter presenciado a morte e inúmeros amigos. Muito deles completamente sãos antes de entrar lá.

  5. Penso em uma vilã para a história, disposta a roubar as memórias para conseguir expor os museus.

    Suas motivações para tais atitudes não são claras nem para os protagonistas e nem para as sociedades que manipulam este comércio ilegal de memórias, tornando ela enigmática e perigosa, afinal de contas se você não sabe a motivação da personagem, não sabe de imediato como fazer para conseguir vencer ela.

    O que torna ela interessante para ser inserida na história é que o leitor pode acabar tomando o lado do discurso dela, de que a compra e venda de memórias é ilegal e deve ser exposta, ou tomar o lado dos protagonistas, que precisam por algum motivo que o status deste mercado continue o mesmo.

    Como ela não representa ameaça de vida para os protagonistas, afinal não quer matá-los, mas sim expô-los, ela pode ter durante o livro vários encontros com eles onde haverão embates de discursos de “o que é melhor para a sociedade”.

    Só peço que não caiam no clichê chato de no fim “revelar que ela tinha um plano maligno o tempo todo” ou então as maldades que “ela faria com as memórias assim que as roubasse”, isso arruinaria toda a construção desta vilã.

    E a personalidade? Pensem na Clara Madrigano, mas no lugar de tretas ela quer expor uma trama secreta mundial escondida nos museus 😀

Faça ou Registre para Comentar

cool good eh love2 cute confused notgood numb disgusting fail